ENCONTRO DAS INDÚSTRIAS DE AUTOPEÇAS

ABIARB/SINDIBOR participaram de Encontro da Indústria de Autopeças

Especialistas apontam os desafios e as possíveis soluções para a “Indústria da Mobilidade” 
 

O presidente da Abiarb/Sindibor, Marcos Carpeggiani, acompanhado do presidente executivo, Reynaldo Megna, participaram do Encontro da Indústria de Autopeças, promovido pelo Sindipeças nesta segunda-feira, 22, no Centro de Exposições, São Expo Expo.

Com a presença de palestrantes brasileiros e estrangeiros, o evento proporcionou uma visão atualizada sobre as tendências deste segmento, cada vez mais atento aos novos comportamentos sobre consumo, mobilidade, energias alternativas e manufatura avançada.

Na corrida pelas soluções mais promissoras para o consumidor, existe um consenso de que o negócio do futuro não é vender carros, mas entregar mobilidade, personalizável e com o menor custo/km possível.Nessa perspectiva, os painelistas readaptaram as tradicionais questões relacionadas a competitividade, produtividade, redução de custo, gestão e cooperação entre as empresas, sob a nova ótica de demanda, influenciada por consumidores mais conectados e o avanço das plataformas de serviços. Também abordaram temas relacionados ao acordo de livre comércio entre México e Brasil e a recessão do mercado argentino.

Na composição do painel dedicado as PMEs, pequenas e médias empresas, George Rugitsky, diretor-geral da Freudenberg-NOK do Brasil apresentou o perfil do setor de autopeças no Brasil. Em sua análise, destacou a importância deste grupo de empresas na economia, lembrando que uma cadeia é forte quando todos os elos são igualmente fortes.

“Para que as PMEs se mantenham competitivas, há um desafio de investimento inevitável em reposicionamento, automação, digitalização, sensorização de equipamentos, softwares [big data] e equipamentos atualizados, além de capacitação e aquisição de novas tecnologias”.

Rugitsky complementou ainda sobre a urgência da conscientização dos gestores das PMEs para as novas necessidades e que modernização e investimentos são inevitáveis.